INDRODUÇÃO: É MUITO MAIS FÁCIL APRENDER A FAZER CERTO DESDE A PRIMEIRA VEZ, DO QUE CORRIGIR UM APRENDIZADO INCORRETO. DAÍ A IMPORTANCIA DE UM APRENDIZADO CORRETO, EFICIENTE E RESPONSÁVEL, ONDE ALUNO E PROFESSOR CUMPRAM DETALHADAMENTE TODAS AS ETAPAS DO CURSO.

Velocidade compatível

  • Frenagens e reduções devem ser graduais e progressivas. Frenagens bruscas devem se usadas apenas em emergências.
  • Nas frenagens de emergência, instintivamente acionamos o freio até o final, causando o bloqueio das rodas e fazendo com que os pneus “arrastem” (isto não ocorre em veículos equipados com freios ABS)
  • Esse travamento deve ser evitado, porque o veículo com as rodas travadas percorrem um espaço maior para parar, não obedece à direção e pode sair pela tangente nas curvas.
  • É preciso treinar frenagens no menor espaço possível, sem travar as rodas. Esse treinamento deve ser feito em uma roda afastada, que não ofereça nenhum perigo.
  • Em pisos molhados ou irregulares, o veiculo precisa de mais espaço para parar.


EVITANDO COLISÕES

Com o carro da frente

Distância de segurança é o espaço que o condutor deve manter entre o seu veiculo e o veiculo da frente. Esse espaço deve ser suficiente para a realização de manobras em caso de necessidade. A distancia segura depende principalmente:

  • Da velocidade.
  • Das condições da pista.
  • Das condições do veículo.

É bom saber que:

  • Do ponto de em que o condutor decide frear até o momento em que aciona o freio, decore em tempo, chamado, temo de reação, no qual o veiculo percorre um espaço na velocidade em que estava.
  • A partir do acionamento dos freios, o veículo começa a desacelerar, percorrendo a distancia de frenagem.
  • Um automóvel a 80 km/h, com pneus e freios em bom estado, em asfalto seco, leva aproximadamente 50 metros para parar.
  • A distancia segura com piso molhado é o dobro da distância segura com piso seco.
  • Veículo mais pesados precisam de mais espaço para frear. Por isso. Muito cuidado quando transitar perto de ônibus ou caminhões.
  • Quanto maior a velocidade, maior será a distância a percorrer na frenagem.


O BOM SENSO ainda é o melhor método, pois instintivamente todos nós sabemos quando estamos muito próximos do veículo da frente, levando em conta a combinação dos fatores para aquela determinada situação.

Dirigir perto demais do veiculo da frente, portanto, é uma decisão do condutor que, provavelmente, está excessivamente confiante da sua habilidade ao volante e se arrisca, desafiando o perigo e apostando que nada ira lhe acontecer.

Para evitar colisões com os demais veículos, é muito importante:

  • Sinalizar sempre, para antecipar as intenções.
  • Ser cordial, permitir manobras dos outros condutores, dar a vez, ceder passagem, permitir que intercalem nas ultrapassagens.
  • Não aceitar provocações.
  • Não competir.


Colisões com veículos que vêm em sentido contrário são gravíssimas e causadas principalmente por:

  • Ultrapassagens mal feitas,
  • Falta de perícia para fazer curvas,
  • Falta de habilidade para sair de situações criticas.
  • Relações inadequadas frente a condições adversas.
  • Conversões mal realizadas, principalmente à esquerda.

Quando a pista estiver ocupada por outro veículo vindo em direção contrária, deve-se:

  • Diminuir a velocidade
  • Sinalizar e deslocar-se para a direita o máximo possível

Nesses momentos, o ideal é:

  • Assumir atitudes responsáveis.
  • Permanecer à direita
  • Colaborar no que for possível para evitar acidentes.

Nesta situação, o condutor deve pensar que o outro motorista está em apuros e que lhe cabe colaborar, ficando satisfeito por ajudar a evitar o acidente.

  • NA DUVIDA NÃO ULTRAPASSAR

Para ultrapassar com segurança o condutor deve:

  • Ultrapassar somente em locais onde seja permitido em plena condições de segurança e visibilidade.
  • Ultrapassar somente pela esquerda
  • Antes de ultrapassar, não “colar” no veiculo da frente para não perder o ângulo de visão;
  • Certificar-se de que há espaço suficiente para executar a manobra.
  • Conferir, pelos retrovisores, a situação do tráfego atrás do próprio veiculo;
  • Verificar os pontos cegos do veículo;
  • Se tiver alguém iniciando uma manobra para ultrapassar, facilitar e aguardar outro momento.
  • Se todas as condições forem favoráveis, incluindo potência suficiente do veiculo para realizar a manobra, sinalizar e ultrapassar.
  • Para retornar à fixa, conferir pelo retrovisor da direita, sinalizar e entra, procurando não obstruir a via.
  • Jamais ultrapassar em curvas, túneis, viadutos, aclives, lombadas, cruzamentos e outros pontos que não ofereçam segurança.


  • EVITAR FREAR DURANTE A CURVA

Principais procedimentos para evitar acidentes em curvas:

  • Adotar velocidade compatível com a curva antes de entrar nela. Entrar com velocidade muito alta e ter que frear durante a curva é perigoso e pode ser fatal.
  • Frenagens em curvas, se inevitáveis, devem ser feitas com cuidado, de forma progressiva. Frear bruscamente desequilibrará o veículo, além do risco de travar rodas e perder a direção.
  • Aumentar a distancia dos demais veículos e ficar atento para possíveis imprevistos


  • EVITAR COLISÕES EM CRUZAMENTOS – Perímetro urbano: cuidado redobrado

Em cruzamentos, bem entradas e saídas de veículos, acontecem muitos acidentes. Nesses casos, o condutor deve:

  • Obedecer à sinalização e na dúvida, parar.
  • Respeitar a preferencia de quem transita por via de maior prioridade, ou quem já esteja nas rotatórias.
  • Se não houver sinalização, a preferencia é de quem se aproxima pela direita.
  • Aproximar-se do cruzamento com cuidado, mesmo tendo a preferencia.
  • Redobrar a atenção.
  • Dar a preferencia para pedestres e veículos não motorizado.
  • Não ultrapassar nos cruzamentos ou nas suas proximidades.

De acordo com o Código de Transito Brasileiro, os veículos de maior porte dão responsáveis pela segurança dos veículos de menor porte, os veículos motorizados são responsáveis pela segurança dos não motorizados e todos juntos são responsáveis pela segurança do pedestre.

No dia a dia do transito, porém, a realidade não é bem assim. Existe uma espécie de competição: condutores de veículos de menor porte tem a vantagem da agilidade, enquanto condutores de ônibus e caminhões se impõem pelo tamanho dos veículos.

  • PONTOS CEGOS

Veículos de grande porte, como caminhões, carretas, ônibus e veículos articulados, têm uma capacidade de manobra muito limitada quando

Comparada à de veículos menores. Todas as manobras, sem exceção, são mais difíceis de executar.

  • Em frenagens, os veículos de grande porte precisam do dobro ou até do triplo da distancia para parar.
  • As curvas que veículos grandes conseguem fazer têm raios maiores.
  • O comportamento em curvas fechadas é sempre inseguro e a trajetória das rodas traseiras não segue a das dianteiras
  • Pelo porte avantajado, esses veículos sempre acarretam uma grande redução na área de visão;
  • Ônibus e caminhões apresentam pontos cegos de ambos os lados, maiores do que veículos de menor porte.
  • Veículos grandes possuem ainda extensos pontos cegos na parte de trás e nas duas lateria (observe a ilustração).


  • CUIDADOS COMPLEMEMTARES

Precauções ao conduzir veículos de pequeno porte:

  • Ao trafegar à frente de veículos de grande porte, não ficar muito próximo, pois a capacidade de frenagem dele é reduzida.
  • Não disputar espaço com veículos de grande porte
  • Ao trafegar atrás de um veiculo grande, o condutor estará em um ponto cego. Para proteger-se, a distancia de segurança deve ser bem maior.
  • Jamais passar por trás de veículos que estejam manobrando.
  • Motoristas profissionais dirigem muitas horas diariamente. Deve-se ficar atento a comportamentos anormais.



  • CICLISTASTEM PREFERÊNCIA SOBRE VEÍCULOS AUTOMOTORES

Bicicletas e patinetes, bem como quaisquer veículos não motorizados, são frágeis e vulneráveis e têm a preferência sobre os demais veículos automotores.

O motorista deve:

  • Dar a preferência e facilitar a passagem de ciclistas e usuários de outros veículos não motorizados, em cruzamentos e conversões à esquerda e à direita.
  • Manter distancia lateral de 1,5 metros.
  • Cuidar ao abrir portas do veículo, quando estiver estacionado ou parado, em congestionamentos ou cruzamentos.
  • Entender que, à noite, é ainda mais difícil notar os ciclistas, pois muitos ainda não usam os refletivos previstos em lei.


  • ATROPELAMENTO É SEMPRE UMA TRAGÉDIA


O código de Trânsito Brasileiro responsabiliza os condutores pela segurança dos pedestres. A boa convivência entre condutores e pedestres depende do respeito aos direitos e deveres de cada um:

  • Quando não houver sinalização, como semáforo ou faixa, o pedestre deverá esperar que os veículos passem, para então efetuar a travessia com segurança.
  • Quando houver sinal luminoso, este determina quem deverá passar.
  • Quando houver faixa de pedestre sem sinal luminoso, a preferência é do pedestre, devendo o condutor parar e aguarda sai travessia.

O condutor deve tomar os seguintes cuidados:

  • Dar uma oportunidade real para o pedestre utilizar as vias, principalmente crianças, idosos e deficientes físicos (cegos, pessoas com dificuldade motoras, etc.).
  • Na proximidade de pedestre, reduzir a velocidade e redobrar a atenção.
  • Tenta prever a reação do pedestre.
  • Ser gentil e facilitar as travessias dos pedestres, sempre que possível.
  • Mesmo com sinal favorável o condutor deve aguardar que os pedestres concluam travessias já iniciadas.
  • Lembrar que, na condição de pedestre, o condutor também se sente vítima da intolerância de outros condutores.
  • DEVERES DO PEDESTRE

O pedestre deve:

  • Atravessar sempre na faixa de segurança.
  • Procurar sempre ter certeza de que o motorista notou a sua presença.
  • Aguardar pelo momento mais seguro para atravessar vias sem faixa.
  • Procurar atravessar a rua sempre em linha reta, percorrendo a menos distancia no menor tempo possível.
  • Evitar caminhar sobre a pista de rolamento.
  • Caminhar de preferencia pelo lado de dentro das calçadas.
  • Aumentar sua capacidade de previsão, procurando identificar os sinais do condutor.



DIREÇÃO OU PILOTAGEM DEFENSIVA NAS RODOVIAS

  • Dirigir em rodovias exige experiência

Pessoas que dirigem ou pilotem bem nas cidades nem sempre são bons condutores nas rodovias. Isso ocorre porque conduzir em estradas e rodovias exige uma experiência COMPLETAMENTE diferente de conduzir em trânsito urbano.

Para adquirir experiência, deve-se começar conduzindo em trechos curtos, em estradas e rodovias de baixo fluxo de veículos, de preferencia acompanhado por um condutor experiente ou por um instrutor, para se familiarizar.

Enfrentar viagens longas ou rodovias mais movimentadas, somente quando tiver boa dose de experiência. Não enfrentar ascondições adversas logo nas primeiras viagens.

Em rodovias, deve-se seguir ás seguintes RECOMENDAÇÕES:

  • Preferir sempre viajar de dia. É mais seguro
  • Evitar conduzir em condições de baixa visibilidade.
  • Revisar o veículo antes de viajar.
  • Consultar o Guia Rodoviário.
  • Planejar itinerários, bem como, paradas para abastecimento e descanso.
  • Informar-se das condições locais, principalmente em feriados.
  • Não descuidar da sinalização.
  • Aos primeiros sinais de cansaço, parar em lugar seguro para relaxar.
  • Não parar na pista.
  • Não transitar no acostamento
  • Parar no acostamento somente em emergências
  • Manter velocidade compatível com o fluxo geral de veículos.
  • Verificar os instrumentos do painel em intervalos regulares.
  • A qualquer indicação de mau funcionamento, não seguir em frente. Parar imediatamente para verificar o problema
  • Nos declives acentuados ou longos, jamais descer desgrenhado (banguela). Usar sempre freio motor, utilizando para descer, a mesma marcha que usaria para subir.

NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA

As Normas Gerais definem comportamentos corretos dos usuários das vias terrestres, principalmente dos condutores de veículos.

Apesar de serem procedimentos básicos que todo condutor deve praticar, os erros em manobras, extremamente frequentes, são responsáveis por grande parte as infrações e acidentes.

Muitas das Normas de Conduta são semelhantes à técnicas de Direção Defensiva, porque ambas têm o mesmo objetivo: asegurança no trânsito. Ao desrespeitar uma norma de circulação e conduta, o condutor estará cometendo uma infração ou crime e sujeitando-se a multas, medidas administrativas e outras penalidades, de acordo com Art. 161.

Regra fundamental:

Evitar qualquer ato que possa construir perigo ou obstáculo para os demais elementos do trânsito. Portanto, a responsabilidade do condutor começa muito antes de conduzir o veículo pela via (Art. 26 do CTB).

  • ANTES DE SAIR VERIFIQUE:

Porte e validade dos documentos do condutor e do veículo (art. 159).

  • Carteira Nacional de Habilitação, original, compatível com a categoria do veículo e dentro do período de alidade.
  • Licenciamento do veículo, dentro do período de validade.
  • Documento de Identificação (para CNH sem foto).
  • Portar próteses ou lentes corretivas indicadas na CNH

Estado e condições do veículo (Art. 27)

  • Veículo em bom estado de funcionamento e conservação.
  • Combustível em quantidade suficiente.
  • Presença dos itens obrigatórios, em boas condições. Os equipamentos poderão ser checados pelas autoridades de trânsito em vistorias ou “blitz”.

Condições do condutor e dos passageiros.

  • Estra emocionalmente equilibrado, bem disposto e sóbrio.
  • Estar convenientemente calçado; não é permitido dirigir usando calçados que não se firmem nos pés ou que comprometam a utilização dos pedais (Art. 252 do CTB).
  • Estar com o número de passageiros e o volume de carga compatível com a capacidade do veículo e com a CNH.
  • Passageiros menos de 10 anos devem ficar no banco de trás, usando individualmente cinto de segurança ou sistema de retenção equivalente (para automóveis com banco traseiro).
  • Em motocicletas é proibido transportar crianças menores de 7 anos ou sem condições de cuidar-se.
  • Condutor e passageiro usando cinto de segurança (automóveis).
  • Não haver qualquer parte o corpo do condutor ou de passageiro para fora do veículo (automóveis).
  • Não jogar nem abandonar qualquer objeto sobre as vias.


TRAFEGANDO

Dirigir exige grande responsabilidade. O condutor deve estar sempre atento e utilizar as duas mãos, dominando totalmente o veículo.

  • Conduzir o veículo pelo lado direito das vias, salvo em situações justificadas e devidamente sinalizadas (Art. 29, inciso I).
  • Não arrancar bruscamente e manter distancia de segurança lateral e frontal dos demais veículos e do dobro da pista. Lembre-se de que a distância segura depende da velocidade, do tipo de piso e das condições locais do transito (art. 29, inciso II).
  • Não trafegar em pistas sinalizadas como exclusivas para outros tipos de veículos.
  • Em vias com faixas de mesmo sentido, as direitas são destinadas aos veículos mais letos e de maior porte: as faixas da esquerda são utilizadas para ultrapassagem e deslocamento de veículos mais rápidos, devendo todos respeitar o limite de velocidade máxima definido para via (Art. 29, inciso IV)
  • Veículos de tração animal deverão trafegar pelo lado direito da pista, próximo ao meio fio ou pelo acostamento, se não houver faixa especial. Seus condutores deverão obedecer às normas de circulação (Art. 52 do CTB).


RESTRIÇÕES DE USO DAS VIAS

  • Os veículos motorizados só poderão trafegar nos passeios, calçadas ou acostamentos para entrar e sair de imóveis ou áreas de estacionamento (Art. 23, inciso V).
  • Em rodovias e estradas com acostamento, são permitidas somente as paradas de veículos com defeitos ou em emergências.
  • O tráfego pelo acostamento é permitido somente quando a pista de rolamento estiver danificado, em obras ou bloqueado por acidentes.
  • Em paradas temporárias, por motivos de emergência, o condutor deverá providenciar sinalização de advertência (Art. 46 do CTB).


PRIORIDADE DE PASSAGEM

  • Ao entrar e sair de estacionamento e imóveis, o condutor deverá parar e dar a preferência a pedestres eu esteja na calçada e aos veículos que estiverem transitando pela via.
  • Veículos precedidos de batedores têm prioridade de passagem. Os condutores deverão deixar livre a faixa da esquerda (Art. 29, inciso VI).
  • Veículos de emergência em serviço, com sirene e luzes vermelhas ligadas, têm prioridade sobre as demais viaturas de polícia, dos bombeiros, ambulâncias, etc.(Art. 29, inciso VII).


  • RECOMENDAÇÕES

O condutor deve aproximar-se dos cruzamentos com atenção redobrada reduzir a velocidade, sinalizar suas intenções com antecedência, obedecer à sinalização e aos critérios de preferência (Art. 44 do CTB).

  • Nos cruzamentos com semáforos:
  • Planejar a travessia com antecedência, em função do fluxo dos demais veículos.
  • Não parar sobre a faixa de pedestres.
  • Não parar sobre a área de interseção das vias.
  • Jamais passar com sinal vermelho nem acelerar para aproveitar o sinal amarelo.
  • Ao sinal verde, avançar somente quando todos os pedestres tiverem concluído a travessia, e se o cruzamento estiver livre.
  • Nos cruzamentos sem semáforo:
  • Sinalizados com a placa “R-2 Dê a preferência”, o condutor deverá reduzir a velocidade, parar o veículo se necessário, e obedecer às regras de preferência.
  • Sinalizados com placas de “Pare”, o condutor é obrigado a parar completamente o veículo e olhar atentamente antes de prosseguir.

Mudanças de direção e manobras

  • Convenção á direita: sinalizar, diminuir a velocidade e aproximar-se o máximo possível do dobro direito da via, entrando na mão de direção correta (Art. 38 do CTB).
  • Conversão á esquerda em pista de mão única: sinalizar, diminuir a velocidade e aproximar-se o máximo possível do bordo esquerdo da via, entrando na mão de direção correta (Art. 38).
  • Conversão á esquerda, em pista de mão dupla, em vias SEM acostamento: sinalizar, diminuir a velocidade, aproximar-se do eixo central da pista, dar preferencia aos veículos que transitam em sentido contrario, bem como a pedestres e ciclistas da lateral esquerda d via.
  • Conversão à esquerda, em pista de mão dupla, em veias COM acostamento: sinalizar, diminuir a velocidade, parar no acostamento da direita e aguardar por condição favorável para concluir a manobra (Art. 37 do CTB).
  • Antes de usar a marca à ré, é necessário verificar com cuidado se o trajeto está livre. Não é permitido trafegar distâncias longas em marcha à ré.

ULTRAPASSAGENS

  • Em locais onde é “Proibido Estacionar”, é permitida a parada breve, somente para embarque e desembarque de passageiros, sempre realizado pelo lado da calçada, sem obstruir o fluxo dos demais veículos. Muito cuidado com a abertura de portas (Art. 47 do CTB).
  • Nunca parar sobre a pista de rolamento. Se tiver que parar em emergência, usar a sinalização obrigatória de pisca-alerta (Art. 40 do CTB) e colocar triângulo de segurança a 30 metros antes do veículo, no mínimo (Res. 36/98).

Não parar, nem estacionar:

  • Em locais e horários não permitidos.
  • Em fila dupla.
  • Sobre calçadas ou canteiros.
  • Sobre faixas de segurança em esquinas.
  • Na contramão.
  • A mais de 50 cm da calçada.

Não estacionar:

  • Em frente a pontos de ônibus e entradas e saídas de veículos.
  • Perto de hidrantes.
  • A menos de 5 metros do alinhamento bordo da via transversal.
  • Ao lado de outro veículo, formando fila dupla.

USO DE LUZES E BUZINA (Art. 40 e 41)

  • Usar luz baixa em túneis, mesmo durante o dia.
  • Usar luz baixa à noite, em vias iluminadas.
  • Usar luz baia à noite, ao cruzar com outro veículo.
  • Usar luz baixa em situações de baixa visibilidade (neblina, chuva forte, etc.).
  • Usar luz alta de forma intermitente, para ultrapassar ou comunicar perigo.
  • Usar luz alta à noite, em vias não iluminadas, se a pista estiver livre.
  • buzina deverá ser usada de forma breve, somente para alertar. Em perímetro urbano, seu uso é proibido entre as 22:00 e 6:00 horas da manhã.

INFRAÇÕES DE TRÂNSITO

Infração de trânsito é qualquer desobediência ás leis e normas contidas no Código de Trânsito Brasileiro, resoluções e portarias. As infrações são classificadas de acordo com a gravidade.

PENALIDADES

São sanções impostas aos infratores, aplicados pelo DETRAN, Prefeitura, Polícia Rodoviária,

E outros órgãos com jurisdição sobre a via.


COMO EVITAR ACIDENTES